Ônibus Fantasma
Ônibus Fantasma
Banda Formada no final de 2005, com a proposta de tocar música instrumental com influências de Jazz, Flamenco, Rock, Blues, Baião e Bossa Nova.
O início do parágrafo anterior começa com a palavra “Banda”, mas na verdade é um “Duo” de guitarra e violão. A banda chegou a ter um percussionista, ou melhor, dizendo, esse Duo chegou a ser um Trio, quem sabe um dia não volte...
Agora como não pode deixar de ser, apresento os integrantes:
Thiago Zíngaro: Violonista, compositor e arranjador.
Influência: Baden Powel, Egberto Gismonti, Roby Krieger entre outros.
Igor Jannotti: Guitarrista, compositor, arranjador e produtor.
Influencias: Joe Satriani, George Benson, Steve Vai, Vinnie Moore, Neil Zaza, entre outros.
No repertório, músicas próprias e releituras de outros compositores como: Tim Maia, Santana, Rolling Stones, Vital Farias e Tom Jobim.
Esse é um breve resumo de uma Banda que é Duo e já foi Trio. Quem sabe um dia não se torne uma Big Band, pois em qualidade já é uma Grande Banda, mesmo sendo um Duo...
Um abraço pra quem lê.
Thiago Zíngaro
Escrito por thiagozingaro às 00h29
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Semi biografia
por Thiago Silva
Nasci em 10 de Abril de 1983 em BH, minha mãe Etelvina da Conceição era fã de Jovem Guarda, Roberto Carlos em especial e meu pai Sérgio Eustáquio um grande conhecedor de música brasileira em geral: - Bossa Nova, Tropicália e outras vertentes da MPB, sem falar no Jazz Americano e da música instrumental internacional e brasileira.
Cresci no meio dos discos de vinil, coleções da Abril cultural que vinham com um disco por fascículo e contavam a história do compositor, o qual era uma leitura diária para mim. Compositores como Custódio Mesquita, Ari Barroso, Antônio Carlos Jobim, Edu Lobo eram os heróis da minha infância.
Aos 16 anos comecei a estudar violão, usava um violão emprestado por um tio. Aí virou um vício... Nessa época um conhecimento musical estava na praia da Legião Urbana e Rolling Stones, tinha aquela bagagem toda de MPB, Jazz, música instrumental, mas na hora de tocar no violão Bossa Nova, Jazz, HÃ!
Era um problema...
Eu não tinha professor de violão, eu tinha um método daqueles de banca de jornal o violão e os discos. Mas não é que meu pai sabia tocar violão! Aí ele foi me passando teoria, acompanhava meus exercícios práticos e de forma pouco convencional eu fui desenvolvendo a minha forma de tocar (lógico que ao longo dos anos).
Fiz por pouco tempo aulas de violão clássico que me disciplinou um pouco mais e depois fiquei estudando sozinho. No ano de 2001 estudei produção de Cinema e TV no Centro de Cultura da UFMG. No fim do curso fizemos um curta metragem, no meu grupo quem teve que fazer a trilha sonora?
- EU! Mas eu nunca tinha feito uma música instrumental, pois é, e eu tinha dois dias...
E nessa correria numa madrugada, dedilhando o violão nasceu “Nada Num Fim de Tarde”. A música se encaixou bem e eu tenho o prazer de toca-la até hoje.
É tão estranho contar a própria história...
Toquei em algumas bandas, fui vocalista também, compus algumas músicas, escrevi letras, assim como muitos poemas (uma das muitas paixões da minha vida) e todas essas bandas passaram menos o violão e a música na minha vida. Até que um dia eu coloquei um anúncio no jornal:
“Violonista, procura banda pra fazer um som psicodélico e experimental.
Tratar com Thiago, telefone: 3463 – 0885”
Muita gente ligou, conheci músicos interessantes, alguns mantenho contato e sou amigo até hoje. Um desses músicos me chamou atenção. Era um cara que tinha uma banda “ Camineros”, que fazia um som que mesclava Pink Floyd e Zé Geraldo (referências dele). Tivemos um encontro, Welis Magno (o vocalista) e o guitarrista Marcelo Tenebra, toquei algumas canções ao violão e eles tocaram algumas. Uma semana depois conheci os outros integrantes e ensaiamos. Não tinha nada a ver. Mas o vocalista (Welis Magno) tinha idéias de montar um projeto paralelo e daí pensou em mim, e logo nasceu “Velhos Versos a Vela” que hoje é apenas “Velhos Versos”.
Pra eu está contando esta história agora, muita água correu por debaixo da ponte (não que eu more lá!), brincadeiras a parte, de 2003 pra cá houveram muitos ensaios, dias e noites agradáveis, algumas discussões, muita música, poesia, solos de gaita e muitas canções próprias.
Velhos Versos, Voz , Violão e Gaita, não precisa explicar muito, é melhor ouvir...
Quanto a mim como instrumentista, divulgo meu trabalho o melhor possível, sendo fiel a música de qualidade que sempre amei, a mim mesmo e a arte.
Um Abraço Pra Quem Lê!
19 e 20 de Abril de 2006
Escrito por thiagozingaro às 00h15
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